Porque o Google pode dominar o mundo

Porque o Google pode dominar o mundo
Por  Admin  |   16 fev 2017

Porque o Google pode dominar o mundo:

O ano era 1998 e dois estudantes acabavam de conseguir uma boa grana para ampliar seu projeto que foi desenvolvido na faculdade e dar início ao que hoje conhecemos como Google.

De lá para cá, o maior buscador da internet tomou proporções absurdas e fez a empresa responsável, a Google Inc., expandir seus horizontes de diversas formas.Qualquer um publica notícias, imagens, vídeos e sons na internet, usando os mais variados aparelhos — do celular ao painel do carro.

Procura um dentista? No Google tem. Celular novo? Pode ir ao Google. Xampus? Minério de ferro? Google nele. Quer saber das últimas notícias? Tente o Google News. Sabe aquele livro, como era o nome mesmo? Está lá no Google Print. E aquela citação? A foto de satélite? O vídeo? Os blogs? Aquela música? O e-mail perdido? A ex-namorada? Aquele amigo chato do colégio? Deixa que o Google acha. E o que ainda não está no Google logo estará.

O primeiro grande mérito de seus criadores foi oferecer algo que todo mundo queria, mas ninguém tinha — uma maneira fácil de colocar ordem no caos que é a internet. A missão declarada da empresa é “organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil”.

O Google existe há  dezoito anos. Nesse  período de tempo, se tornou uma potência dos negócios. Abriu o capital em 2004.e é a marca mais valiosa do mundo de acordo com o ranking BrandZ de 2016, avaliada em 229 bilhões de dólares.O Google também foi classificado pela revista Fortune como o quarto melhor lugar do mundo para se trabalhar Em outro ranking de avaliação de marcas, ultrapassou em 2014 a Apple, que liderava por três anos consecutivos, com um valor estimado de US$ 159 bilhões.

Basta parar e pensar um pouco. A Google oferece uma opção (geralmente excelente) para quase todos os tipos de serviços da web: buscas (de páginas, imagens, notícias e produtos), email, rede social, vídeos, documentos, calendário e por aí vai.

O mais importante não é aquilo que o Google é, mas o que pode vir a ser. Dependendo do ângulo de onde se olha, trata-se de uma empresa de mídia, de software, de telecomunicações ou de serviços. Nada impede que se torne uma empresa de varejo, biotecnologia ou moda. Quando se fala em Google, tudo é possível.

O primeiro — e mais evidente — impacto do Google está no negócio da mídia. Ele se dá em duas ondas. A primeira é na forma como o público acessa informações e notícias — sempre por meio da caixa de busca. Por trás dela, poderosos softwares ajudam a achar exatamente aquilo que o internauta quer ver — e nada mais. .

A segunda onda de impacto do Google na mídia atinge a publicidade e o marketing. “Quando você declara sua intenção, e a página de busca se refaz com anúncios relacionados a ela, você está num estado de compra muito mais próximo do que quando só lê um conteúdo”, diz Batelle. “Isso é uma mudança significativa na forma como o marketing é feito.” Hoje, praticamente toda a receita do Google vem da publicidade por meio de links patrocinados, associados às palavras da busca.

A empresa criada por Brin e Page tem a cara dos negócios da era da internet. Quem visita a sede em Mountain View, na Califórnia, tem a impressão de que a bolha não estourou. Tem gente andando de patinete, brincando com o cachorro, jogando pebolim, hóquei e até vôlei de praia. Muitos já são milionários. O almoço dos funcionários é grátis, servido numa gigantesca cantina. Cada um tem como missão dedicar um dia por semana, ou 20% do tempo, a projetos pessoais que o chefe desconheça.

Um dos concorrentes da Google foi o Yahoo que desde os primórdios da internet, enquanto todos os índices do Google eram montados automaticamente por computador, o Yahoo confiava em editores humanos para escolher e criar suas páginas de diretórios. Em 2001, contratou o CEO Terry Semel, um ex-executivo de Hollywood que adotou uma estratégia oposta à do Google. Enquanto o Google quer atingir pequenos anunciantes e deixa em segundo plano as agências de publicidade com suas contas milionárias, o Yahoo! se aproximou dessas agências e passou a produzir noticiários, filmes e conteúdo interativos. Os críticos, porém, descrevem o Yahoo! como uma empresa da nova mídia com cabeça de mídia velha. “Eles têm um conflito potencial ao jogar na produção de conteúdo e na distribuição”, diz Batelle.

Um dos desafios do Google trata-se de manter intacta a aura expressa no slogan “Não faça o mal”. Até agora, ninguém no Google usou de má-fé as informações em poder da empresa. Mas há um risco gigantesco quando toda informação do mundo está num único lugar. “Alguém dentro da empresa pode usar informação de má-fé, pôr em cheque a confiança na marca e criar um êxodo maciço de usuários”, diz Batelle.

Com tudo isso, só existe uma certeza. O Google realmente detém de muita informação importante e se, um dia, quiser usar essas informações pode. A torcida é para que o slogan da empresa seja sempre mantido em sua totalidade pelos funcionários e proprietários. “Don’t be evil”.

 

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