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19/12/2012 11:11:52

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Curso de Capacitação - MS Project - Sociesc

Começou hoje o Curso de Capacitação sobre a ferramenta Microsoft Office Project. O Curso está sendo lecionado por Fernando Magno para profissionais da área de Engenharia.

O Microsoft Project é um poderoso aplicativo de gerenciamento de projetos utilizado para planejar, programar e representar graficamente as informações sobre os projetos.

O objetivo do curso que está sendo lecionado na  Sociesc de Joinville/SC, é capacitar os participantes a reconhecer os passos necessários ao planejamento de projetos; trabalhar com tarefas e determinar limites de tempo; trabalhar com subtarefas e resumos; atribuir recursos do projeto e calendários; resolver conflitos de tempo e de recurso; trabalhar com relatórios e ordenação de dados.

 

Caso haja interesse nesse curso ou em demais cursos de capacitação, enviar email para: cursos@easycomtec.com 



24/09/2012 21:00:53

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Coleção 2013 - Carolina Rebelo

Não deixe de conferir a Coleção 2013 - Carolina Rebelo que acabamos de publicar! Clique na imagem e confira.

 

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18/09/2012 14:09:26

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A Psicologia te ajudando na hora de investir

O ser humano tem uma arrogância natural por achar que é o “centro das atenções” da natureza, já que é o único animal que pensa. Isso faz com que superestimemos nossa capacidade de ser racional, dando valor demais a ela. Como?

Bem, nosso cérebro prega todos os tipos de truques em nós sem sabermos disso. São pequenas falhas de pensamento, problemas de lógica e dificuldades em tomar decisões. Grande parte desses “lapsos” ocorre sem nem mesmo termos consciência deles. Por isso, hoje se faz essencial conhecermos os pequenos defeitos de nossa mente para que não sejamos vítimas deles, principalmente quando se trata de dinheiro.

Se você quer estudar, um bom livro iniciante e popular chama-se “Você não é tão esperto” (em inglês, apenas). Já há mais de 100 tendências cognitivas catalogadas (é assim que os cientistas chamam aqueles truques que mencionei), vários problemas de heurísticas (modos errôneos de tomar decisão) e outros problemas psicológicos inerentes aos seres humanos.

Há várias razões para eles existirem, mas, em termos evolutivos, basta você pensar que nosso cérebro evoluiu para viver numa floresta, ajudando na caça, fugindo de predadores e vivendo em tribos pequenas. Ele não foi criado para conviver numa sociedade conectada, para ter que lidar com internet e fazer investimentos! Quando usamos esse “equipamento antigão” para o mundo moderno, vários problemas surgem.

Estudando eles com calma, selecionei alguns para te apresentar, focando naqueles que podem atrapalhar sua relação com dinheiro na hora do investimento. O primeiro passo para lidar com eles, claro, é conhecê-los bem.



Aversão a perdas
Quem gosta de perder? Ninguém! Alguns estudos chegam a sugerir que a dor da perda pode ser até duas vezes maior do que o prazer de ganhar. Ou seja, você fica feliz quando ganha X, mas fica pelo menos duas vezes mais triste quando perde o mesmo X.

Quando no meio dos investimentos, esteja consciente de que há ganhos e perdas, pois há riscos. Sem riscos (por menores que sejam), não há investimento. Seu dever é controlar e minimizar a possibilidade de perdas através do aprofundamento no assunto, conversas com pessoas mais experientes e busca de vivência no mercado.

Ter consciência de que a perda é real e faz parte do jogo ajuda, pois você não vai entrar em pânico quando suas ações caírem em um dia 0,1%, já que você estudou a empresa e sabe da possibilidade dela em melhorar no longo prazo. É por isso que paciência é uma das principais virtudes dos investidores profissionais.




O efeito de manada

A ideia do efeito de manada é simples: as chances de você fazer alguma coisa aumentam conforme aumenta o número de pessoas fazendo. Isso acontece, pois o ser humano tem uma tendência forte de conformar, ou seja, de fazer igual àqueles a sua volta. Esse processo é até observável no próprio mercado financeiro, quando as pessoas entram em pânico, pois alguns investidores começaram a vender as ações de determinada empresa – o que leva o resto a querer vender também, até que os preços desabem.

O ponto a ser notado aqui é: você não deve esperar as outras pessoas agirem para tomar decisões. Não é porque sua amiga nunca investiu o dinheiro dela que você não deve fazer o mesmo. Ou porque você não conhece ninguém que investe no Tesouro Direto que você não deva fazê-lo.

O importante é você buscar informações do campo em questão e julgar por si mesmo. E, claro, se você esperar todo mundo investir em algo para que você o faça também, já não haverá mais lucro algum, justamente porque todo mundo está fazendo o mesmo.




O problema da heurística da disponibilidade
Um problema parecido ao efeito de manada é a heurística da disponibilidade. O conceito é bem mais simples do que parece. Vamos começar com a heurística: o que é isso? Podemos dizer que são regrinhas que você usa para agir (tomar decisões) no dia a dia.

Por exemplo, quando vai a um restaurante novo, o que você pede? O prato da casa ou aquilo que o casal da mesa ao lado está comendo? Quando você está arrumando o quarto, como você tira o lixo: desocupa tudo de uma vez ou o faz móvel por móvel? Tudo isso são heurísticas que você usa, ‘algoritmos’ de tomada de decisões.

Alguns desses algoritmos são observados em todas as pessoas e um deles é a heurística da disponibilidade. Basicamente, é um atalho mental que você usa para julgar as coisas. Se alguém te perguntar “Viajar de avião é seguro?”, você vai tentar lembrar-se de eventos em sua memória relacionados a isso.

Se você viu recentemente notícias de várias quedas de avião ou se conhece alguém próximo que morreu em um acidente, você vai julgar viajar de avião como perigoso, muito embora as estatísticas mostrem outra coisa. Aqui, sua memória e as experiências próximas disponíveis se confundem com as verdadeiras chances lá fora.

O mesmo acontece com dinheiro. Se você apenas conhece pessoas com experiências negativas no mercado de imóveis, por exemplo, você vai julgar o mercado como ruim, muito embora você não tenha checado a situação real. O oposto também é verdadeiro: você pode imaginar algo como mais positivo do que realmente é. É essencial estar consciente dessa armadilha para não cair nela.




A falácia do apostador (ou A falácia de Monte Carlo)

Se você joga uma moeda para cima cinco vezes e o resultado são cinco coroas consecutivas, você apostaria quanto que a sexta jogada vai ser cara? Bem, sinto dizer-lhe, mas a probabilidade de eventos passados não altera eventos futuros quando esses são independentes.

Então, mesmo que tenha saído cinco coroas seguidas, a probabilidade de sair cara ou coroa no sexto lançamento não muda e ainda será de 50 %. Essa é a falácia do apostador. Um caso bem extremo aconteceu em um cassino chamado Monte Carlo, em 1913, quando, em um jogo de roleta, o preto saiu 26 vezes seguidas. Sim, 26 vezes seguidas!

A probabilidade disso acontecer é próximo de uma chance em 100 milhões. Como você pode imaginar, as pessoas ‘vítimas’ da falácia do apostador acreditavam que as chances de sair a cor vermelha eram muito maiores porque só tinha saído preto até então, o que fez as apostas crescerem de maneira absurda. Quando são eventos independentes, acontecimentos passados não influenciam o desempenho futuro.

Aqui entra até um pouco de mentalidade: você não pode tratar seu dinheiro como se estivesse apostando. Você tem que tomar decisões estudadas e conscientes do risco envolvido. Se certa opção financeira tem ido mal nos últimos meses, isso não indica que as chances dela irem bem de uma hora para outra são grandes; nem o contrário.




O problema da heurística afetada
A heurística afetada (conceito que se mistura com intuição para as pessoas) é o problema que temos em julgar as situações de um modo geral, jogando elas na categoria de “boa” ou de “ruim”.


“Logicamente, riscos e benefícios são duas coisas diferentes e devem ser julgadas separadamente, mas você não julga coisas logicamente. Quanto mais algo parece te beneficiar, menos arriscado parecerá de maneira geral. Quando você vê algo como bom, os problemas são ofuscados. Quando você vê algo como arriscado, se torna mais difícil enxergar os benefícios” – David McRaney em “Você não é tão esperto”.

Esse é um daqueles mecanismos que existem para nos ajudar a viver numa selva, cheia de predadores, nos auxiliando a tomar decisões rápidas. Mas, como o perigo hoje não é mais questão de vida ou morte, é interessante que você tome decisões deliberadas e atribua mais importância a argumentos e dados do que à sua intuição (que claramente não evoluiu para agir no mundo em que você vive).

Como escolher a melhor ação ou opção de investimento é algo bem abstrato, normalmente somos prejudicados quando tomamos decisões baseadas na intuição. Para investimentos, em específico, o problema surge quando analisamos uma alternativa (seja ações, caderneta de poupança, CDB, etc.) de maneira superficial, atribuindo um sentimento geral de bom – “vale investir” – ou de ruim – “não vale investir”.

É preciso ter em mente a diferença entre o retorno e o risco de nossa opção – não podemos misturar tudo em um sentimento, isso atrapalha o julgamento. Em certo estudo, constatou-se que até mesmo analistas financeiros experientes sofrem desse problema quando estão diante de uma opção financeira não familiar.




O que fazer a respeito de tudo isso?
Toda a ideia do “conhece a ti mesmo” é mais importante do que você imagina. Reconhecer nossas falhas e nossas dificuldades nos ajuda a agir de modo mais consciente e aumenta nossas chances de conseguirmos o que queremos.

Eu listei apenas algumas das dezenas de tendências cognitivas e erros de tomada de decisão que normalmente nos afetam. Se te interessa, há muito mais. Conhecer e trabalhar em cima disso vai te fazer não apenas um investidor melhor e mais preparado, mas um ser humano mais consciente e efetivo. Concorda? Comente no espaço abaixo e até a próxima.




Foto de sxc.hu.

Fonte: http://dinheirama.com/blog/2012/07/21/a-psicologia-te-ajudando-na-hora-de-investir/



22/07/2012 15:42:40

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SOFTEX lança o 2° volume da publicação Software e Serviços de TI: A Indústria Brasileira em Perspectiva

•    Entre as novidades, traz dados sobre o mercado de trabalho e a mobilidade de profissionais em TI e sobre as atividades de software e serviços de TI realizadas em diversas unidades da federação
•    Déficit de profissionais em TI poderá chegar a 280 mil até 2020, acarretando perda elevada de receita, alerta o estudo


Por Karen Kornilovicz

Em solenidade realizada hoje em Brasília e que contou com as presenças do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, e do Secretário de Política de Informática, Virgílio Almeida, entre outras autoridades, a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (www.softex.br) lançou o segundo volume do estudo “Software e Serviços de TI: A Indústria Brasileira em Perspectiva”, um trabalho inédito, pioneiro e abrangente que aborda em detalhes o setor de software e serviços de TI no Brasil em suas diversas dimensões, como desempenho, inovação, recursos humanos e regionalidade. Também participaram do evento Rubén Delgado e Arnaldo Bacha, respectivamente presidente e vice-presidente executivo da SOFTEX.

O estudo emprega metodologia própria e propõe novos conceitos e novas terminologias, tais como IBSS*, NIBSS*, PROFSSs* e VRProfss*, criadas pelo Observatório SOFTEX, unidade de estudos e pesquisas da SOFTEX, com o intuito de ampliar as ferramentas disponíveis para análise e conhecimento sobre o setor.  O ponto de partida são dados e informações provenientes de fontes oficiais, incluindo tabelas especiais de pesquisas do IBGE, com o qual a SOFTEX mantém convênio de cooperação técnica.

A periodicidade do levantamento de dados pelas fontes permitiu a criação de séries históricas. O primeiro volume da publicação abrangeu o período 2003 a 2006; o segundo amplia a série, tratando do período 2003 a 2010. 

Contando com o apoio financeiro do MCTI e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) para a sua elaboração, o segundo volume é composto por seis partes: a indústria brasileira de software e serviços de TI (IBSS); as atividades de software e serviços de TI realizadas fora da IBSS (NIBSS); capacitação e competências para o setor de software e serviços de TI; cenários, projeções e mobilidade de PROFSSs; recursos humanos em TI; e estudos regionais.

Além de dar continuidade a temas já tratados na primeira publicação, lançada em 2009, esta edição traz muitas novidades, entre elas análises sobre o mercado de trabalho, a mobilidade de profissionais de TI e estudos regionais abrangendo seis unidades da federação: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

“Com o lançamento deste novo volume, oferecemos às instituições públicas e privadas dados fundamentais para apoio na tomada de decisões e na implementação de políticas setoriais. Desta forma, será possível traçar com mais precisão estratégias eficazes para a promoção e o desenvolvimento da indústria brasileira de software e serviços de TI”, avalia Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da SOFTEX.

A seguir, alguns dados e informações constantes da publicação, que utilizou como base os valores referentes ao ano de 2010.

A Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI (IBSS)
R$ 71,6 bilhões e 600 mil pessoas ocupadas em 2012
– Até o final de 2012, a IBSS contará com cerca de 73 mil empresas. A receita líquida será de R$ 71,6 bilhões, com crescimento, em termos reais, no período 2003 a 2009, de 8,2% ao ano.  

De 2003 a 2009, o total de pessoas ocupadas na IBSS cresceu em média 10,1% ao ano. Se mantido esse crescimento, ela contará, ao final deste ano, com quase 600 mil pessoas, entre sócios e assalariados. O número de ocupados cresce, sobretudo, entre as empresas com 19 ou menos pessoas ocupadas.

Queda na taxa de inovação - A Pesquisa de Inovação Tecnológica (PINTEC/IBGE) considerou as 4.160 empresas da IBSS com 10 ou mais pessoas ocupadas. Esse conjunto de empresas representou, em 2008, 6,3% do universo da IBSS, respondendo por 77,6% do total da receita líquida. Considerando o período 2006 a 2008, a taxa de inovação foi de 48,2%, uma queda de 9,4 pontos percentuais (p.p.) em relação à verificada no período anterior (2003 a 2005).

“A queda na taxa de inovação ocorre em conjuntos de empresas de diferentes portes, sendo elevada, sobretudo, naquele constituído por companhias com 500 ou mais pessoas ocupadas. Mesmo assim, é nesta faixa de porte que se verificam as maiores taxas de inovação em produto e processo”, diz Virgínia Duarte, gerente do Observatório SOFTEX, acrescentando que em 2008, as empresas investiram R$ 1,6 bilhão em inovação, o que correspondeu a 3,1% do total da receita líquida da IBSS no ano em questão. “Esse percentual é inferior ao observado em 2005, que foi de 5,2%”, complementa.

Os diferentes programas de governo beneficiaram 15,4% das empresas da IBSS que realizaram inovações no período 2006 a 2008. Comparativamente ao período anterior, houve um pequeno aumento no total de companhias beneficiadas. A opção “outros programas de apoio”, que inclui concessão de bolsas pelas fundações de amparo à pesquisa e aporte de capital de risco, continua sendo a mais indicada pelas empresas.

Atividades de software e serviços de TI realizadas fora da IBSS (NIBSS)
NIBSS é responsável por parte significativa de empregos - Uma forma de se estimar o valor total das atividades de software e serviços de TI é através do monitoramento dos profissionais assalariados exercendo ocupações mais diretamente relacionadas com software e serviços de TI (PROFSSs). “Partimos da seguinte permissa: quanto maior a presença de PROFSSs, maior a realização de atividades in house envolvendo software e serviços de TI”, pondera Virgínia Duarte.

Em 2010, foram 364.249 PROFSSs empregados na NIBSS, número 2,3 vezes maior do que os 156.418 profissionais na IBSS, no mesmo ano. De 2003 a 2010, a taxa média anual de crescimento do número de PROFSSs na NIBSS foi de 5,1% a.a. No mesmo período, o crescimento anual manteve-se próximo ao verificado para o total de vínculos empregatícios na NIBSS (5,8%), mas foi bem inferior ao observado para o número de profissionais empregados na IBSS (13,3%). Na NIBSS, os profissionais concentram-se, sobretudo, nas empresas de grande porte, com 100 ou mais vínculos empregatícios.

R$ 43,7 bilhões em atividades de software e serviços de TI realizadas in house – No período 2003 a 2008, o VRProfssTotal da NIBSS cresceu, em média, em termos reais, 3,6% a.a. Considerando essa taxa de crescimento, em 2012, o VRProfssTotal alcançará R$ 43,7 bilhões. Criado pelo Observatório SOFTEX, esse indicador estima quanto as atividades de software e serviços de TI realizadas por PROFSSs empregados na NIBSS poderiam gerar em receita para a IBSS, caso estas atividades fossem terceirizadas.

 

Capacitação e competências para o setor de software e serviços de TI
35 mil alunos concluindo cursos de nível superior – Em 2008, 6,1% do total de ingressantes em cursos de graduação do País o fizeram em áreas de cursos de interesse elevado para o setor de software e serviços de TI, tais como Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Processamento da Informação. “Estimamos que cerca de 35 mil alunos concluirão cursos de graduação em áreas essenciais para o setor em 2012, sendo que mais da metade destes serão formados em instituições de ensino localizadas na região Sudeste”, detalha a gerente do Observatório SOFTEX.

30 mil alunos concluindo cursos técnicos profissionalizantes de nível médio - Os cursos técnicos profissionalizantes de nível médio registraram em 2010 um total de 140 mil estudantes matriculados em cursos mais diretamente relacionados com software e serviços de TI, pertencentes ao eixo informação e comunicação. Estima-se que, em 2012, 30 mil estudantes irão completar esses cursos, sendo que mais da metade em instituições de ensino localizadas na Região Sudeste.

Competências em diferentes áreas do conhecimento em Computação – O número de concluintes de cursos de mestrado, doutorado e mestrado profissionalizante na área de Ciência da Computação cresceu de modo significativo de 1996 a 2009: foram mais de 10.000 pós-graduados no período, gerando competências em diferentes áreas do conhecimento em Computação.

Cenários e projeções e mobilidade
Déficit de 280 mil PROFSSs em 2020, perda de R$ 115,4 bilhões em receita - Segundo estimativa do Observatório SOFTEX, em 2020, mantidas as condições atuais de crescimento de receita, produtividade e capacidade de contratação de pessoal, haverá um déficit de 280 mil PROFSSs. “O estudo indica a importância de se rever este quadro de escassez de mão de obra, que pode vir a ter um custo elevado. Considerada apenas a parcela de riqueza gerada por PROFSSs, em um período de 12 anos (2009 a 2020), a perda da receita líquida pode atingir R$ 115,4 bilhões”, diz Virgínia Duarte.

Faixa salarial de 2 a 5 salários mínimos é divisor de águas – A faixa salarial de 2 a 5 salários mínimos é divisor de águas na carreira do profissional de TI. Nesta faixa de remuneração se tem o maior percentual de profissionais que mudam de faixa salarial, subindo ou descendo. Para cada profissional que sai do mercado nesta faixa salarial, mais de quatro são contratados.

Entradas e saídas – Considerando média para o período 2004 a 2009, na IBSS, para cada PROFSS que sai do mercado formal de trabalho, 2,1 são admitidos.  Na NIBSS, para cada um que sai, 1,3 é admitido.

Mobilidade geográfica – O estudo de mobilidade geográfica considerou a movimentação de PROFSSs em unidades da federação (UFs) selecionadas: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Distrito Federal, no período 2004 a 2009. Na média, para o período 2004 a 2009, 80,9% dos profissionais mantiveram-se na mesma UF de um ano para o outro.

Cai a busca por primeiro emprego – Ao longo dos anos, observa-se redução na participação das contratações de primeiro emprego no estoque total de PROFSSs (5,0%, em 2004, e 3,9%, em 2009) da IBSS. Esse é um indicativo de que a IBSS tem privilegiado a contratação de profissionais com passagem prévia pelo mundo do trabalho, provavelmente na busca de contar com pessoal com um nível maior de competências técnicas e soft skills.

Na IBSS, é baixa a taxa de sobrevivência dos PROFSSs – Considerando o total de PROFSSs empregados na IBSS em 2004, apenas algo em torno de 35% deste contingente continuava como PROFSSs na IBSS em 2009. As taxas de sobrevivência encontradas para profissionais de primeiro emprego são 20% mais baixas, uma evidência de que a filtragem dos profissionais e decisões destes quanto ao futuro no mercado formal de trabalho propiciado pela IBSS tende a ocorrer, sobretudo, nos primeiros anos de carreira.


Recursos humanos em TI
Número de PROFSSs com perfil NS cresce a taxas expressivas – O número de PROFSSs com perfil NS (engenheiros em computação; administradores de redes, sistemas e banco de dados; e analistas de sistemas computacionais) cresce a taxa expressiva no período 2003 a 2010, superior à verificada para o aumento de profissional com perfil NT (técnicos e operadores). Isso ocorre na IBSS e na NIBSS. No entanto, a despeito do ganho de participação das ocupações do tipo NS, percebe-se redução do nível de escolaridade dos profissionais enquadrados na categoria.

Cresce demanda por profissionais com superior incompleto – A participação de PROFSSs com nível de escolaridade superior incompleto no total de PROFSSs empregados na IBSS praticamente dobra ao longo do período 2003 a 2009.

Redução da remuneração média - Na IBSS e na NIBSS, ao longo do período 2003 a 2010, observa-se tendência à queda da remuneração média de PROFSSs enquadrados em ocupações com perfil NG (diretores e gerentes) e NS (engenheiros, analistas e administradores).

Dados regionais e estaduais
Concentração da IBSS em algumas poucas unidades da federação - Em 2008, seis unidades da federação – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul - responderam por 86,7% do número total de empresas da IBSS; mais da metade, tem sede no Estado de São Paulo. De 2007 a 2008, o número de empresas localizadas em São Paulo cresceu 13,1%, percentual acima da média verificada para o conjunto dos demais estados (11,7%).

Concentração da IBSS em alguns poucos municípios – A IBSS também se encontra fortemente concentrada em alguns poucos municípios, em geral, na capital e no seu entorno.

Os interessados em obter um exemplar do segundo volume do estudo “Software e Serviços de TI: A Indústria Brasileira em Perspectiva” devem acessar o endereço http://publicacao.observatorio.softex.br/_publicacoes/
* IBSS - Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI
* NIBSS - atividades de software e serviços de TI realizadas fora da IBSS
* PROFSSs - profissionais assalariados exercendo ocupações mais diretamente relacionadas com software e serviços de TI
* VRProfss - indicador que estima quanto as atividades de software e serviços de TI realizadas por PROFSSs empregados na NIBSS poderiam gerar em receita para a IBSS, caso estas atividades fossem terceirizadas



11/07/2012 09:53:16

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Quer inovar? Libere a intuição

Como uma nova metodologia baseada nos princípios de criação do design está ajudando grandes companhias brasileiras, como Itaú, Mapfre e Icatu, a criar novos produtos e serviços


São Paulo - No 8º andar de um dos prédios da sede do banco Itaú, em São Paulo, um espaço de 205 metros quadrados se diferencia das demais áreas de trabalho. Baias, mesas de reunião e computadores foram substituídos por sofás confortáveis, canetas coloridas, post-its, cola, tesoura e blocos de montar.


Batizado de Inovateca, o espaço criado em fevereiro do ano passado faz parte de uma nova rotina para as equipes de desenvolvimento de produtos do Itaú, uma metodologia batizada de design thinking, que usa princípios da criação de design e promete promover a inovação dentro das empresas.


“Muitas vezes, desenhar é mais fácil do que descrever”, diz Tennyson Pinheiro, coordenador do curso de design thinking da Escola Superior de Propaganda e Marketing, de São Paulo. Vinte produtos do Itaú já passaram pelo processo, que compreende a adoção de etapas típicas da criação de design — desde a troca de ideias em sessões de brainstorming até a montagem de protótipos.


“Decidimos usar essa metodologia porque ela coloca a experiência do usuário real no centro do processo de inovação”, afirma Jean Sigrist, diretor da Itaú Corretora e responsável por inovações na área de mercado de capitais do banco. “Ela não aceita simplesmente a análise de números e de pesquisas superficiais.”


O conceito, que começou a surgir nos anos 2000, no Vale do Silício, ganhou corpo recentemente — e hoje é utilizado no exterior por companhias como Proc­ter&Gamble, Bank of America e a rede de hotéis Marriott.


“É uma metodologia que utiliza a intuição, elemento que a maioria dos profissionais não costuma e não sabe usar”, afirma o americano David Kelley, um dos precursores do assunto e fundador da escola de design thinking da Universidade Stanford, inaugurada em 2005. Uma das etapas de um projeto desse tipo é buscar ideias fora de casa.


Foi o que fez uma equipe de 14 pessoas do Itaú — que misturou funcionários da área de inovação do banco, treinados na metodologia, com profissionais de diversas áreas da corretora (o sistema prevê que os times de inovação sejam sempre multidisciplinares). No ano passado, esse time foi buscar inspiração numa importadora de bebidas para resolver um problema.


Embora a associação não seja óbvia, o banco e a importadora compartilhavam a mesma dificuldade: atrair novos clientes, receosos de entrar num universo considerado desconhecido, sofisticado e complexo demais. Inspirado na assinatura de vinho criada por importadoras, em que o cliente recebe rótulos selecionados pagando uma mensalidade, o Itaú lançou um produto que segue a mesma lógica.


Para investimento em ações a partir de 100 reais por mês, o cliente escolhe os papéis entre as ações selecionadas pela corretora — sete, atualmente. Assim como a importadora, a corretora também prepara informações sobre as empresas e o mercado de capitais para enviar regularmente ao cliente.


O produto tem levado cerca de 400 novos investidores por mês para o Itaú. “É um ótimo resultado, sobretudo neste ano, em que muitas pessoas estão saindo do mercado de ações (1 700 pessoas físicas deixaram a bolsa por mês neste ano)”, afirma Sigrist.


A resposta está na rua

Por vezes os projetos acabam ganhando uma dimensão maior que a imaginada inicialmente. No caso da seguradora Banco do Brasil Mapfre, uma equipe de dez profissionais foi a campo em novembro de 2009 para procurar a maneira mais eficiente de refazer a linguagem dos contratos de seguro de automóveis, de modo que qualquer leigo pudesse compreendê-la.

Eles passaram cerca de dois meses na central de atendimento ouvindo as ligações dos clientes, acompanharam o trabalho de guincheiros e foram à casa de compradores dos serviços da Map­fre e de concorrentes. No final, concluíram que não bastaria fazer um manual com uma linguagem mais simples.


“Não era uma questão de semântica, mas de dispor as informações na hora que os clientes precisam”, afirma Ysmar Vianna, sócio da consultoria MJV, contratada para o projeto.


Para resolver a questão, a equipe chegou a 29 ideias — uma delas é a criação de um guia de emergências do tamanho de um cartão de crédito (para que o segurado possa carregá-lo na carteira), com instruções para as várias situações de sinistro. “Já conseguimos cortar pela metade as ligações de clientes”, diz Paulo Rossi, superintendente de mar­keting da Mapfre.


O último pilar do design thinking é o teste prático das ideias. “É similar ao conceito dos protótipos, que ajudam a denunciar problemas não previstos”, afirma o americano Ilya Prokopoff, sócio da consultoria Ideo, sediada em Palo Alto, na Califórnia. Foi só nessa fase que a Icatu Seguros conseguiu resolver um problema de vendas de títulos de capitalização para a baixa renda.


No primeiro protótipo, os títulos de 50 centavos eram vendidos nas bilheterias das estações de trem do Rio de Janeiro. Pouquíssima gente se interessou. A seguradora decidiu, então, oferecer os títulos dentro dos vagões — em 5 minutos, 70 vendas foram fechadas.


“O teste mostrou que, antes de entrar no trem, as pessoas estavam atrasadas ou preocupadas em conseguir embarcar”, diz Humberto Sardenberg, gerente de mar­keting estratégico da Icatu. “O protótipo nos alertou para o erro antes de lançarmos o produto.”


Fonte: Revista Exame



16/06/2012 20:20:48

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11/06/2012 09:46:10

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Princípios de Benjamin Franklin

Os treze princípios de Benjamin Franklin eram (Autobiografia de Benjamin Franklin):

  Temperança ? Não coma até o embotamento; não beba até a exaltação.

  Silêncio ? Não fale sem proveito para os outros ou para si mesmo; evite a conversação fútil.

  Ordem- Tenha um lugar para cada coisa; que cada parte do trabalho tenha seu tempo certo.

  Resolução ? Resolva executar aquilo que deve; execute sem falta o que resolve.

  Frugalidade ? Não faça despesa sem proveito para os outros ou para si mesmo; ou seja, nada desperdice.

  Diligência ? Não perca tempo; esteja sempre ocupado em algo útil; dispense toda atividade desnecessária.

  Sinceridade ? Não use de artifícios enganosos; pense de maneira reta e justa, e, quando falar, fale de acordo.

  Justiça ? A ninguém prejudique por mau juízo, ou pela omissão de benefícios que são dever.

  Moderação ? Evite extremos; não nutra ressentimentos por injúrias recebidas tanto quanto julga que o merecem.

  Asseio ? Não tolere falta de asseio no corpo, no vestuário, ou na habitação.

  Tranqüilidade ? Não se perturbe por coisas triviais, acidentes comuns ou inevitáveis.

  Castidade ? Evite a prática sexual sem ser para a saúde ou procriação; nunca chegue ao abuso que o enfraqueça, nem prejudique a sua própria saúde, ou a paz de espírito ou reputação de outrem.

  Humildade ? Imite Jesus e Sócrates. ou seja: equilíbrio sempre



09/06/2012 17:58:16

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Torradas Queimadas


Quando ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.
E me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro.
Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, lingüiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.
Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato.
Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.
E eu nunca esquecerei o que ele disse:
- Adorei a torrada queimada...
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em seus braços e me disse:
- Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava
realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a
ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas.
E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas
alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das
chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos os dois, a suprir um as falhas do outro.
Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando.
Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo.
Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu.
Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar.
A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos completamos.
Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes.
Não que mais tarde, o dia que um partir, este mundo vá desmoronar, não vai.
Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.
TOLERÂNCIA é o segredo.



09/06/2012 17:23:32

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Os dez mandamentos da motivação

 

  1. Não seja um procrastinador
    Não adie as tarefas de hoje. Também não adie suas decisões. Faça isso por você. Evite acumular afazeres, pois alguns tentam dedicar-se a muitas coisas ao mesmo tempo, além de estressante, é um convite para o fracasso.

  2. Comece algo e termine
    Lembro-me de uma ocasião em que passei algumas horas escrevendo um artigo e o computador "travou". Perdi tudo e não fiquei nada feliz. Eu havia começado, mas o final era a minha motivação. Se você começar algo, termine, a menos que o sentimento de frustração seja bom para você.

  3. Confie em você mesmo
    Ao atender centenas de pessoas e empresas, detectei diversos casos em que sobrava capacidade, mas faltava confiança. Há ocasiões que o segredo do êxito é apenas "confiar no seu taco" e ter "bala na agulha". A PNL nos ensina ao dizer que: "Todos possuem os recursos que necessitam, basta acessá-los". Fale em alta voz: "Sim, eu posso. Eu me permito. Eu vou".

  4. Valorize o que realmente importa
    Defina suas metas, suas prioridades e valores. Equilibre seu tempo, não viva só para o trabalho, por exemplo. Desfrute de momentos felizes ao lado de seus familiares. Pratique atividades físicas, leia bons livros, ouça boas músicas, exercite a sua fé.

  5. Tenha grandes planos
    Você quer ser grande? Ande com os grandes. Quer ter grandes realizações e um grande sucesso? Tenha objetivos e metas, e corra atrás. Não seja medíocre.

  6. Agradeça sempre
    Pense nisso: "Sempre reclamei dos meus sapatos, até que um dia, ao dobrar uma esquina, avistei um homem sentado sem os dois pés". Reveja seus conceitos de necessidades.

  7. Ame-se muito
    O maior amor que podemos sentir é o amor próprio. Este sentimento profundo acerca de nós mesmos nos fará amar incondicionalmente o próximo e o Arquiteto do Universo. Quando temos uma boa autoestima nossos relacionamentos são mais saudáveis.

  8. Não tenha medo de fracassar
    O fracasso é uma ação, não é uma pessoa. É apenas uma oportunidade de fazer diferente, de recomeçar de outra forma. Portanto, mesmo que você caia, levante-se com classe, e saiba que os tombos te ensinarão novas manobras.

  9. Seja disciplinado
    Nem sempre é possível fazer o que se quer. Nem todos ganham o quanto gostariam ou fazem o que sabem ou amam. Disciplina é plantar para colher, só que o plantio é árduo. A disciplina transformou um camelô em um dos maiores empreendedores do mundo.

  10. Persista, persista, persista
    Olhe para seu alvo, fixe os olhos nele e prossiga até tocá-lo. Será fácil? É bem provável que não, mas ainda que você seja surrado, não seja nocauteado. Fomos criados para sonhar e são eles - os sonhos - que abastecem a nossa alma. Não venda os seus sonhos, não desista deles, não deixem roubá-lo de você.

(auto desconhecido)



09/06/2012 17:05:04

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